Confiança Extintores - Feira de Santana

Dicas

Publicada em 01 de Julho de 2015 ás 03:07:19

Cuidados periódicos garantem a eficácia dos equipamentos de proteção e combate a incêndios


Uma das principais orientações dos especialistas em prevenção contra incêndio é para a manutenção de equipamentos de proteção e combate normalmente instalados nos prédios, indústrias, residências, veículos e etc. Eles são fundamentais para que acidentes com fogo não acabem em destruição e morte, mas precisam estar prontos para uso imediato. É comum serem encontrados em estado precário de conservação, sendo esse o principal responsável pelos grandes incêndios, segundo o Corpo de Bombeiros. Para os Usuários, é importante lembrar que faz parte de suas obrigações verificar em que condições estão esses materiais, mantendo-os sempre prontos para qualquer emergência.

Os equipamentos considerados de prevenção são hidrantes, sprinklers, extintores, mangueiras, esguichos, bombas de incêndio e alarmes. Em sua maioria, exigem cuidados simples, mas periódicos. Orientamos aos usuários para que criem uma rotina de checagem. Para isso, preparar ao menos um empregado para lidar com os equipamentos é fundamental.

Listamos abaixo uma série de recomendações elaboradas a partir dos problemas mais comuns encontrados nas

SPLINKLERS vistorias.

Os vazamentos nas tubulações levam ao bloqueio das válvulas e a conseqüente falta de água em caso de necessidade.
A pintura dos splinklers, também prejudica sua atuação, pois aumenta a resistência do dispositivo ao calor e assim dificulta o rompimento do bulbo na temperatura para a qual foi projetado (68o.C).

MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

Instaladas nas caixas de incêndio são normalmente esquecidas, deixando de ser inspecionadas periodicamente (no mínimo de três em três meses) e testadas, hidrostaticamente, uma vez por ano, por empresa credenciada pelo INMETRO. É muito comum estarem conectadas ao hidrante e, por isso, úmidas, o que provoca o seu apodrecimento. Outro problema freqüente é terem suas extremidades (conexões) amassadas, o que dificulta ou impossibilita o acoplamento no hidrante, em outra mangueira ou esguicho.

ESGUICHOS

Também é muito comum apresentarem conexões amassadas e repletas de sujeiras obstruindo a sua utilização. São muito roubados das caixas de incêndio para serem vendidos a ferros velho ou em feiras de equipamentos. Por este motivo, realizar inspeção periódica, pois sem este equipamento torna-se impossível o uso da mangueira.

BOMBAS DE INCÊNDIO

Normalmente estão inoperantes por vários problemas. Dentre eles, motor com enrolamento queimado, eixo emperrado por falta de uso ou testes periódicos ou por instalações elétricas defeituosas.

ALARMES SONOROS

É muito comum serem desligados. Os alarmes são acionados quando há baixa pressão na tubulação de incêndio. Pessoas desavisadas, não constatando a existência deste incidente, desligam o sistema sem verificar o porquê de isso ter acontecido. É importante descobrir e eliminar a causa do acionamento do alarme para que em caso de real necessidade possa funcionar corretamente.

EXTINTORES DE INCÊNDIO

Devem ser inspecionados mensalmente pelo Usuário, conforme NR 23 do MTPS e recarregados anualmente e, a cada cinco anos, testados hidrostaticamente por empresa credenciada pelo INMETRO. Devem ser observados que não poderá ser bloqueados o seu acesso por objetos e automóveis, ter a sua instalação fora do padrão (altura superior a 1,60m) e serem incompatíveis com o tipo de risco do local em que está colocado.

HIDRANTES

Por apresentarem vazamento ou por serem instalados dentro das caixas de mangueiras, são esquecidos e até bloqueados. Há registro de casos em que estão sem o adaptador, peça rosqueada no hidrante que permite seu acoplamento à mangueira. É preciso vedar bem, utilizando-se de veda-junta, para que o adaptador fique preso ao hidrante.  



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